Agosto Lilás: CCPL’s de Barueri apoiam a campanha pelo fim da violência contra a mulher

O objetivo é ampliar a divulgação, reflexão, conscientização e as ações em combate à violência contra as mulheres



Por CCPLBarueri - Publicado em 13/08/2021

Agosto Lilás: CCPL’s de Barueri apoiam a campanha pelo fim da violência contra a mulher
O ‘Agosto Lilás’ é uma campanha de enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher, que tem o objetivo de intensificar a divulgação da Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006), além de sensibilizar e conscientizar a sociedade sobre a importância do enfrentamento da violência contra as mulheres em suas diversas formas. Cientes de sua função social, os Centros de Capacitação Profissional e Lazer de Barueri abraçam essa causa, através do trabalho da equipe psicossocial disponível em nossas quatro unidades.

Mantidos pela prefeitura de Barueri, através da Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social – SADS, os CCPLs oferecem ao munícipe de Barueri dois tipos de atendimento: psicológico e sócio assistencial. Em ambos os casos, o cidadão será orientado e encaminhado conforme a sua necessidade. Este trabalho é fundamental para auxiliar pessoas em situação de vulnerabilidade social, compondo uma rede de apoio e acolhimento nos bairros do Engenho Novo, Jardim Paraíso, Parque Imperial e Parque dos Camargos.

No mês em que a Lei Maria da Penha completa 15 anos, o trabalho da equipe psicossocial do CCPL Barueri também fica voltado para a campanha ‘Agosto Lilás’, onde em parceria com a equipe de comunicação, promove a reflexão e conscientização da população pelo fim da violência contra a mulher, através da divulgação de informações e mecanismos de denúncia existentes. O objetivo é incentivar a denúncia de casos e dos agressores, a fim de coibir todas as formas de violência, inclusive contra a mulher.

A violência contra a mulher é uma das principais formas de violação dos direitos humanos, atingindo as mulheres de diferentes classes sociais, faixas etárias, níveis de escolaridade, raça e religiões. Pode ocorrer em casa, entre pessoas da família ou entre pessoas que mantenham relações íntimas de afeto, mesmo sem a convivência sob o mesmo teto. O agressor é, geralmente, o marido, namorado ou ainda o pai, irmão, tio, avô. Mas a violência também pode vir de outra mulher, como a mãe, sogra ou cunhada.

No Brasil, onde a população feminina sofre violência a cada quatro minutos e em que 43% dos casos acontecem dentro de casa, a necessidade de isolamento social neste período de pandemia pela COVID-19, traz uma preocupação real, pois mais mulheres estão em situação de vulnerabilidade e isso pode ser trágico. Nem sempre quem sofre a violência acredita que é uma vítima. Por isso é importante que familiares e vizinhos estejam atentos também. Confira a seguir as situações de violência contra a mulher mais frequentes:

- Violência Doméstica: ocorre no convívio familiar, por qualquer pessoa, com ou sem parentesco com a vítima;
- Violência Física: conduta que ofende a integridade física ou saúde corporal como empurrões, chutes, tapas, queimaduras entre outras;
- Violência Psicológica: ações que visam assustar, intimidar, aterrorizar, manipular, ameaçar, insultar, humilhar ou chantagear;
- Violência Sexual: obrigar a mulher a manter relação contra sua vontade e com o uso de força;
- Violência Moral: agressões verbais que ferem a reputação da vítima, como a calúnia, difamação ou injúria;
- Violência Patrimonial: envolve bens imóveis ou móveis com o fito de vender, destruir ou esconder valores e pertences.

Denúncias e rede de apoio
Ligue 180 - Central de Atendimento à Mulher: Serviço disponível 24h, de forma gratuita e totalmente confidencial.

Denúncias e rede de apoio em Barueri
- Coordenadoria de Enfrentamento à Violência Contra Mulher. Fone: (11) 4706-4046. Atendimento: de 2ª a 6ª feira, das 8h às 17h. Local: Secretaria da Mulher - Av. Sebastião Davino dos Reis, 756, Vila Porto, Barueri-SP. CEP 06414-007.

- Equipe Psicossocial dos CCPL’s de Barueri. WhatsApp (11) 4382-4684. E-mail: psico@animainstituto.org.br.

Denuncie!
Outra forma de denunciar o agressor é com um X vermelho. As vítimas podem denunciar violência doméstica em farmácias: basta mostrar um X vermelho na palma da mão ou em um pedaço de papel, o que for mais fácil. Isso permitirá que o farmacêutico ou o atendente das farmácias e drogarias previamente cadastradas reconheça que aquela mulher foi vítima de violência doméstica e, assim, acione a Polícia Militar.








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