Encenada em três unidades, a peça 'O Anel da Tartaruga' abordou o impacto da poluição no ecossistema marinho

De forma divertida e bem humorada, os alunos trataram de conscientizar as pessoas sobre os problemas ambientais e o que fazer para ajudar



Por CCPLBarueri - Publicado em 15/10/2019

Encenada em três unidades, a peça 'O Anel da Tartaruga' abordou o impacto da poluição no ecossistema marinho
O espetáculo ‘O Anel da Tartaruga’, inspirado na obra homônima de César Obeid, foi exibida em três das quatro unidades do CCPL: Engenho Novo, Parque Imperial e Jardim Paraíso, nos dias 25, 26 e 27 de setembro. De forma descontraída, a peça tratou de um assunto muito atual: a preservação do meio ambiente, focando no impacto negativo da poluição no ecossistema marinho.

Gisele Winter, professora que dirigiu a apresentação, resumiu a peça: “A história é de uma tartaruga, a Juliana, que cresce com um anel de garrafa pet apertando a sua cintura e deformando o seu corpo. Isso faz com que ela não consiga botar ovos e ter filhotes. (Um tempo depois) ela conhece um salmão que mostra para ela como o mar está sendo devastado por causa do lixo. Ele, o salmão, faz ela entender que aquilo que ela achava que era um anel precioso não passa de lixo que prejudicou a vida inteira dela”.

Esse é um momento de virada, no qual Juliana conscientiza a si mesma e a outros amigos. “Eles resolvem juntar todo o lixo e devolvê-lo aos verdadeiros donos: os humanos. Nessa parte os atores mirins vão, pegam o lixo e o entregam para o público, mostrando que isso não pertence ao mar. Cabe a nós, seres humanos, dar um destino correto para o lixo”.

De forma bem humorada, os espectadores foram incentivados a analisarem como suas ações impactam o meio ambiente e a vida dos animais. Com a união dos bichos na busca de uma solução para o seu problema, o público viu que se as pessoas se unirem, os problemas do meio ambiente podem ser combatidos.

Sofia, aluna do Engenho Novo que interpretou a tartaruga Juliana, disse: “Várias pessoas aprenderam que não podem jogar lixo no mar, porque é ruim para nós e para os peixes. Dá muita dó ver as tartarugas com coisas (plásticas) na barriga”.

Já Larissa, aluna do Parque Imperial e que interpretou uma das tartarugas amiga da protagonista, disse o que achou de ter participado da peça: “Foi muito legal, gostei muito. Agradeço às mães e aos pais que vieram assistir à apresentação. A vocês, muito obrigado! Fizemos esse espetáculo para vocês”.

OS PAIS AMARAM

Divino da Silva, pai de Sophia Silva, aluna do Engenho Novo, disse: “Essa apresentação, com certeza, levou muitas coisas legais para os pais que estavam assistindo”, e mostra que é necessária uma mudança de atitude. “Às vezes chupamos uma bala e jogamos a embalagem no chão. Não podemos fazer isso. Pegue o papel da bala, ponha-o no bolso e depois jogue no lixo”.

O CCPL trabalha muito no aspecto social e os frutos desse trabalho são vistos por muitos pais. Jucilene, mãe do Cauan e da Sabrina do Parque Imperial, sabe que no CCPL as crianças estão em boas mãos. “Fico tranquila, porque eu sei que eles estão amparados por todos”. Ela acrescenta que esse cuidado vem de todos os funcionários, indo “desde a diretoria até as funcionárias que preparam os lanches”.

“A importância do CCPL é trazer cursos para a comunidade”, diz Jailson do Sacramento, pai de Evelyn, do Engenho Novo. Ele também fala que esse serviço propiciado pela prefeitura de Barueri é uma "oportunidade de tirar muitas crianças da rua", oferecendo a elas acesso à cultura e a entretenimento que agregam valor.











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